31 outubro 2005

Até Onde Chegamos


No planeta, apesar do que sugerem alguns, há espaço para que todos convivam de forma pacífica e decente. A terra garante víveres pra toda nossa geração. O problema é que no afã de atingir esse nível de vida fomos buscando veredas que acabaram por nos levar a perder o caminho adequado.

A avareza invadiu a mente humana, corrompendo o homem e levando-o a um estado permanente de ódio, miséria e sangue. Somos escravos da nossa própria criação. A industrialização aumentou a produção e com isso também a ambição. O avanço científico tornou-se prepotentes. A nossa intelectualidade distanciou-nos dos sentimentos mais gregários, criando seres selvagens.

Há no mundo uma carência enorme de humanismo, há excesso no pensar e falta no sentir. É preciso repensar nossos ideais e utopias, mas acima de tudo é urgente a difusão de afabilidade e benevolência. Caso contrário, não reencontraremos o caminho correto, perdido em veredas, e a vida ficará aprisionada num círculo de desavenças e conflitos.

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